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Bob Dylan - Blonde on Blonde (1966)

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Blonde on Blonde: a terceira parte da revolução. A revolução de Dylan foi iniciada com Bringing it All Back Home , consolidada com Highway 61 Revisited e fechada com chave de ouro com o belíssimo Blonde on Blonde . Começando com "Rainy Day Woman", uma música bem energética, o álbum passa por canções míticas e hinos históricos que demonstram o que é capaz de fazer um gênio em um momento de boa inspiração. Fecha com "Sad Eyed Lady of the Lowlands", que pra mim é a melhor música do álbum. Depois desse disco, Dylan sofreu um acidente de moto que resultou em um período extenso de reclusão, que quando cessou nos apresentou um outro Dylan, nem melhor e nem pior do que o revolucionário, apenas diferente.

Bob Dylan - Highway 61 Revisited (1965)

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Highway 61 Revisited: segunda parte da revolução. Por mais complexo que seja, vou fazer uma análise desse álbum. Mandar simplesmente vocês o comprarem (como fiz anteriormente), não chega nem perto de ser um review . Então resolvi fazer uma boa síntese do que ele significa (e aqui vai meu primeiro review de mais de um parágrafo). Vamos voltar a 1965. Os Beatles tinham lançado Help! e o cenário musical estava meio estagnado desde o ano anterior. E eis que chega nas prateleiras das lojas de discos um álbum do Bob Dylan. Pra quem o avistou no dia em que foi lançado, pensou: "Não, depois de Bringing it All Back Home esse cara não faz mais nada. Ele deu todo seu talento nesse disco, duvido que esse seja bom". E chega o momento em que a agulha toca o vinil e a mesma pessoa que outrora o subestimou, agora toma um choque. O som da revolução musical penetra nos seus ouvidos e ele se encanta com "Like a Rolling Stone". Ele ouve todo o álbum, pensa um pouco e consta...

Regresso

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System of a Down: animação e interação com o público. Voltei. Depois de um tempo sem paciência pra postar, finalmente resolvi voltar com minhas postagens habituais. A partir de hoje, talvez não mais diárias, devido ao comprometimento que isso causa. Também não esporádicas, diria que vou postar umas três vezes na semana. Não, não vou terminar as análises dos shows passados do Rock In Rio. Além de muitos já terem ficado velhos demais pra se comentar, ficaria estranho eu postar sobre todos os dias do festival, dado que o conteúdo do blog é eclético. Mas hoje tenho que comentar sobre o show do System of a Down. Apesar de não ser tão fã de rock pesado, essa banda me admirou pela maneira como consegue manter o público conectado e animado com seu show. O vocalista, Serj Tankian, é bastante carismático e interage constantemente com o público. Endeusada por quem gosta do gênero, essa banda reveza entre energia e calmaria em sua apresentação, o que talvez seja um ponto importante pra se...

Rock In Rio: segundo dia

O segundo dia do Rock In Rio foi excelente. Ontem, as bandas que eu mais gostei foram Capital Inicial, Stone Sour e Red Hot Chilly Peppers. Essas bandas conseguiram manter o público animado até o fim de suas apresentações. Snow Patrol fez um show morno, chato e fez o público ficar apreensivo pra entrada do Red Hot. Bom, vou começar falando do Stone Sour. Como vocês devem saber, o vocalista da banda é o mesmo do Slipknot. Eu particulanente prefiro o Stone, mas acho que o Slipknot tem mais fãs. Depois entrou o Capital Inicial, que conseguiu criar um clima animado cantando seus sucessos. Por fim, entraram os mais esperados da noite. O Red Hot cantou seus hits e levou o público ao delírio. Nesse momento deu pro público perceber a diferença entre uma banda morna como o Snow Patrol e uma banda energética como o Hot. E vocês, o que acharam desse segundo dia do Rock In Rio?

Abertura do Rock In Rio

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Katy Perry: apresentação especial. Que abertura! Essas são as duas palavras que melhor definem meu sentimento de ontem. Os primeiros shows do Rock In Rio foram apoteóticos. O público ficou animado durante todas as apresentações. Começando com um dueto de Milton Nascimento e Freddie Mercury (não, ele não voltou à vida, mas no telão até que parecia que ele estava aqui). Ele dividiu o palco com os Paralamas (que decolaram depois do show na primeira edição do evento), e com os Titãs. E então entrou a Cláudia Leitte. Bom, ela fez um bom show, ou pelo menos alcançou a qualidade que se esperava dela. Mas os olhares dos que foram estavam voltados pros próximos artistas. Depois dela, entrou a Katy Perry, que fez um show excelente. Até eu que nem era fã, passei a ser a partir de ontem. Com seu carisma e animação, conseguiu levantar o público durante toda sua apresentação. Rihanna: demora e desrespeito com o público. Depois da Katy, entrou o que pra mim foi a atração principal, o gr...

Rock In Rio: encontro de gerações

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Elton John: um dos grandes astros que vão se apresentar no evento. Quem se lembra do primeiro Rock In Rio? Se você respondeu "eu", com certeza deve ter no mínimo uns trinta e poucos anos. Considerando que a primeira edição foi em 1985 e que nosso cérebro só guarda memórias de longo prazo a partir de uns cinco anos, acho que quem se lembra deve ter por aí mesmo. Bom, considerando que quem gosta de rock dificilmente deixa de gostar, provavelmente essas pessoas que têm lembranças ou foram no show original vão também no de 2011. Grandes eventos que reúnem grandes artistas nos remetem a um clima de euforia, um sentimento meio lendário (mais exatamente Woodstock e Live Aid ). Com os músicos que ainda estão a conquistar a primeira geração de fãs e aqueles que já conquistaram várias gerações, esse estilo de evento parece satisfazer a todos os gostos. Com um cardápio eclético, os shows vão ter desde Milton Nascimento até Guns N' Roses. Serão divididos em alguns palcos e te...

The Beatles - The Beatles (1968)

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White Album: beleza e inovação aliadas à genialidade. Esse álbum, com 30 canções, é uma autêntica obra-prima. Os Beatles não precisavam mais fazer um disco de tamanho normal e somente com músicas excelentes, eles podiam fazer um álbum grande e com músicas excelentes, outras boas, outras experimentais e algumas peças cômicas. Ouvir esse álbum é como viajar de volta a 1968, uma experiência fascinante.